O Painel de Indicação de Riscos do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) foi atualizado e passou a operar com uma interface renovada, que prioriza maior agilidade, organização visual e facilidade de uso.
A mudança busca tornar mais simples o acesso às informações técnicas utilizadas no planejamento das safras em diferentes regiões do Brasil.
Painel de Indicação de Riscos do Zoneamento Agrícola de Risco Climático

Desenvolvida com foco na experiência do usuário, a nova versão apresenta navegação mais intuitiva e respostas mais rápidas. O layout reformulado melhora a leitura dos dados e reduz o tempo necessário para localizar informações fundamentais, como os períodos mais indicados para o plantio.
O painel é a principal ferramenta de consulta às indicações de risco publicadas nas portarias do Zarc. Atualmente, os normativos divulgados no Diário Oficial da União fazem referência direta ao sistema, que reúne os municípios aptos ao plantio e as janelas recomendadas de semeadura.
Para acessar o mapa e a tábua de riscos, o usuário deve preencher filtros como safra, cultura, tipo de manejo, condições climáticas, grupo de cultivares, tipo de solo e unidade da federação. A
pós aplicar os filtros, o sistema exibe os municípios indicados ao plantio. A visualização do risco por decêndio, correspondente a períodos de dez dias, está disponível na opção “Tábua de Risco”.
Integração com ferramentas digitais

A atualização do painel integra a estratégia de modernização das ferramentas de divulgação do Zarc, que inclui também o aplicativo Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa. A plataforma permite ao produtor consultar, de forma simplificada, quais culturas plantar, em que período e em quais localidades, com base em critérios de menor risco climático.
Além das melhorias nas plataformas de consulta, o Zarc também avança na metodologia de avaliação de riscos. Um dos destaques é o Zarc Níveis de Manejo (Zarc NM), que incorpora variáveis relacionadas ao manejo e às tecnologias adotadas nas lavouras para tornar as análises mais precisas.
Neste ano, o projeto piloto entra na fase dois para a cultura da soja no Paraná, com expansão prevista para Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A iniciativa conta com recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural e utiliza dados de manejo, imagens de satélite e análises de solo para refinar as recomendações e fortalecer as políticas de gestão de riscos no setor agropecuário.







