Produtores rurais e responsáveis técnicos por estabelecimentos avícolas em Goiás têm até 31 de janeiro de 2026 para encaminhar à Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) a Declaração de Biosseguridade.
O envio deve ser feito por meio do Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago) e integra o conjunto de medidas voltadas à prevenção da influenza aviária de alta patogenicidade.
Declaração de Biosseguridade

A iniciativa busca reforçar o controle sanitário no estado em um contexto de avanço da doença em outros países e de monitoramento de ocorrências em território nacional.
De acordo com a Agrodefesa, a colaboração entre o setor produtivo e o serviço oficial é considerada essencial para manter o status sanitário das granjas e reduzir riscos à cadeia avícola.
O descumprimento da exigência pode resultar em sanções éticas aos profissionais, conforme normas do Conselho Federal de Medicina Veterinária, além de restrições administrativas aos estabelecimentos, como o bloqueio do cadastro e a impossibilidade de emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA).
Segundo a coordenação do Programa Estadual de Sanidade Avícola, a biosseguridade envolve práticas destinadas a evitar a entrada e a disseminação de agentes causadores de doenças nas unidades produtivas. As ações seguem diretrizes do Programa Nacional de Sanidade Avícola, que estabelece critérios para registro, fiscalização e controle dos empreendimentos do setor.
Como realizar

O modelo da Declaração de Biosseguridade está disponível no site da Agrodefesa, na área do Programa Estadual de Sanidade Avícola.
Após o preenchimento pelo responsável técnico, o documento deve ser inserido no Sidago dentro do prazo estipulado. Também é necessário anexar o registro do estabelecimento comercial avícola no sistema.







