O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou um segundo foco de doença de Newcastle em uma propriedade avícola de Coronel Freitas, no Oeste de Santa Catarina.
O estabelecimento está localizado dentro da área de restrição delimitada após a confirmação do primeiro caso da doença na região.
Foco de doença de Newcastle em propriedade avícola

O novo registro foi detectado durante o reforço das ações de vigilância sanitária. Após a identificação, o Serviço Veterinário Oficial iniciou os procedimentos de investigação epidemiológica e contenção, conforme os protocolos para emergências zoossanitárias. Também começou o despovoamento sanitário das aves da propriedade afetada.
Como o estabelecimento fica próximo ao local da primeira ocorrência, a área de restrição passou por um pequeno ajuste e continua sob monitoramento das equipes responsáveis.
Em outra investigação, o Serviço Veterinário Oficial confirmou a presença do paramixovírus aviário tipo 1 (PPMV-1) em pombos encontrados fora da área de emergência sanitária. Segundo os critérios da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), esse registro não é classificado como foco de doença de Newcastle e não tem relação epidemiológica com os casos identificados em aves comerciais.
As informações sobre os casos confirmados e as investigações em andamento estão disponíveis no painel público de acompanhamento do Mapa.
Emergência zoossanitária

O primeiro foco da doença na região foi confirmado em 18 de outubro de 2026, em uma criação comercial de perus para corte em Nova Itaberaba (SC).
Após a ocorrência, o Mapa publicou a Portaria nº 962/2026, que estabeleceu estado de emergência zoossanitária por 60 dias nos municípios de Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim. A medida prevê o reforço das ações de vigilância e controle para conter a disseminação da doença.
O Ministério trabalha em conjunto com os órgãos estaduais de defesa agropecuária nas medidas de controle e monitoramento da ocorrência.







