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AGU cobra R$ 76 milhões de infratores ambientais por desmatamento

Ações visam o pagamento de R$ 76 milhões pelos danos causados, devido à destruição de 6,8 mil hectares em 11 estados do país.

Por Arieny Alves
Publicado em 06/03/2025 às 15:01
AGU cobra R$ 76 milhões de infratores ambientais por desmatamento

Foto: Envato

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A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou 12 ações civis públicas (ACPs) contra infratores ambientais responsáveis pela destruição de vegetação nativa nos biomas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pampa e Pantanal.

As ações visam o pagamento de R$ 76 milhões pelos danos causados, devido à destruição de 6,8 mil hectares em 11 estados do país.

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Infratores ambientais

Ações contra desmatadores
Foto: Envato

As ações fazem parte do AGU Recupera, um grupo estratégico ambiental criado em 2023, que tem como objetivo atuar em causas judiciais prioritárias voltadas à proteção dos biomas e do patrimônio cultural brasileiro.

O valor cobrado dos 23 réus corresponde ao montante necessário para a recuperação das áreas degradadas, além de indenização por danos morais coletivos, interinos e residuais, bem como enriquecimento ilícito relacionado ao dano ambiental.

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Responsabilização

Um caso emblemático ocorreu em Goiás, em uma propriedade rural onde foi constatado o desmatamento de 1,4 hectare de vegetação nativa do bioma Mata Atlântica, sem as devidas autorizações ambientais e sem a adoção de medidas de regeneração.

A decisão judicial determinou que o réu se abstivesse de explorar a área desmatada, devendo deixar o local em repouso para regeneração natural.

Além disso, o réu foi obrigado a cercar a área e comprovar a proteção dentro de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 500,00. A procuradora ressaltou que a decisão reforça a importância da preservação da Mata Atlântica, um bioma com apenas 12,4% de sua cobertura original.

AGU Recupera

Desmatamento
Foto: Envato

O AGU Recupera foi criado em 2023 e reúne 19 procuradores federais e oito advogados da União, além da Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).

A equipe é responsável por atuar em causas prioritárias da União, Ibama, ICMBio e Iphan, focando na reparação de danos ambientais e punição de infratores nos biomas da Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga, Pampa e Mata Atlântica, além de atuar em processos relacionados ao patrimônio cultural brasileiro.

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Tags: ações civis públicasdesmatamentoinfratores ambientais

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