A previsão do tempo para a primeira semana de junho aponta chuvas intensas em áreas da Região Norte do Brasil, enquanto grande parte do Centro-Oeste e do interior do Nordeste deve seguir sob influência do período seco.
Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indicam acumulados elevados principalmente entre os dias 1º e 8 de junho.
Previsão para chuvas intensas

Os maiores volumes previstos se concentram em Roraima, no noroeste do Amazonas e do Pará, onde os acumulados podem ultrapassar os 200 milímetros ao longo da semana. O cenário também inclui chuvas frequentes em áreas do Amapá e pancadas mais irregulares em outras regiões do Norte.
No Nordeste, o destaque é o litoral da Bahia, especialmente na região do Recôncavo Baiano, que deve registrar chuva persistente e acumulados superiores a 100 milímetros. Também há previsão de precipitações entre o litoral do Rio Grande do Norte e Alagoas, além de chuvas isoladas no Maranhão, norte do Piauí e Ceará. Em contrapartida, o Sertão e áreas do Agreste continuam com tempo seco e baixa umidade do ar.
Na Região Centro-Oeste, a tendência é de estabilidade climática na maior parte dos estados. Goiás, Distrito Federal, norte de Mato Grosso e sul de Mato Grosso do Sul podem ter pancadas isoladas e de baixo volume no início da semana, mas o predomínio será de tempo firme e umidade relativa do ar reduzida em algumas localidades.
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O Sudeste deve ter chuva fraca principalmente nas áreas litorâneas entre São Paulo e Espírito Santo. No Rio de Janeiro, os acumulados podem chegar a 20 milímetros em pontos isolados. Minas Gerais também pode registrar precipitações em áreas da Zona da Mata e região metropolitana de Belo Horizonte, mas a tendência é de diminuição das chuvas a partir da metade da semana.
Já na Região Sul, a previsão indica chuva fraca e isolada no litoral até quinta-feira (4). Entre sexta-feira (5) e sábado (6), o tempo deve permanecer mais seco, com redução da umidade do ar. No domingo (7), novas instabilidades podem provocar chuva no extremo sudeste do Rio Grande do Sul, com acumulados de até 40 milímetros.







