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Flávio Dino estabelece orçamento de emergência para combater incêndios no Brasil 

Ministro também flexibilizou as regras para a manutenção e recontratação de brigadistas temporários que atuam no combate aos incêndios.

Por Dinake Núbia
Publicado em 16/09/2024 às 09:02
Flávio Dino estabelece orçamento de emergência para combater incêndios no Brasil 

Foto: Envato

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O governo federal terá, até o final do ano, um orçamento emergencial para combater os incêndios florestais que afetam cerca de 60% do território nacional.

A autorização para o orçamento foi concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que permitiu à União a emissão de créditos extraordinários, sem que estes fiquem sujeitos aos limites fiscais usuais.

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Com essa autorização, o governo poderá enviar uma medida provisória (MP) ao Congresso Nacional para definir o valor exato dos créditos. Mesmo que esses créditos, por definição, não estejam incluídos na meta de déficit primário ou no teto de gastos do arcabouço fiscal atual, a decisão de Dino garante que os gastos não sejam restringidos caso o Congresso não aprove a MP ou ela perca sua validade.

A decisão é similar ao modelo de gastos adotado durante a pandemia de covid-19, quando o Congresso aprovou um orçamento especial para o combate ao coronavírus, conhecido como Orçamento de Guerra.

incêndio florestal
Incêndio florestal. Foto: Envato
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Brigadistas temporários para combater incêndios no Brasil

O ministro também flexibilizou as regras para a manutenção e recontratação de brigadistas temporários que atuam no combate aos incêndios.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) poderão recontratar esses profissionais de forma imediata, até o fim do ano, sem a necessidade de esperar os três meses de intervalo entre contratos.

A medida se deve ao fato de que os brigadistas, já treinados e com conhecimento dos territórios, são essenciais na contenção das chamas.

Pelas regras atuais, os contratos temporários dos brigadistas duram até dois anos, e para evitar vínculo empregatício permanente, há a exigência de um intervalo mínimo entre as contratações.

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Inicialmente de dois anos, esse intervalo foi reduzido para seis meses, e, recentemente, uma medida provisória assinada pelo presidente Lula diminuiu esse prazo para três meses.

queimadas
Incêndio florestal. Foto: Envato

O documento, com 40 páginas, também destaca a necessidade de maior envolvimento da Polícia Federal nas investigações que indicam que a maioria dos incêndios no Pantanal e na Amazônia tem origem em ações humanas.

Adicionalmente, foi decidido que o Fundo de Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol) será utilizado para alocar recursos e permitir que a Polícia Federal trate os inquéritos sobre queimadas e incêndios como uma prioridade.

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Tags: Brasilcombate a incendioemergênciaincêndioqueimadas

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