A partir deste domingo, 1º de fevereiro, produtores rurais de Goiás estão autorizados a iniciar o transplantio de mudas de tomate.
O período segue até 30 de junho de 2026 e faz parte de um conjunto de ações voltadas ao controle da mosca-branca (Bemisia tabaci, biótipo B), principal vetor dos geminivírus que afetam a cultura.
Transplantio de mudas de tomate

O calendário estabelece regras diferentes conforme o sistema de cultivo. Para o tomate rasteiro, o transplantio está liberado em todos os 246 municípios goianos.
Já o tomate tutorado pode ser implantado no mesmo intervalo de datas, porém apenas em localidades específicas, como Morrinhos, Itaberaí, Turvânia, Cristalina, Luziânia, Silvânia, Orizona, Vianópolis, Palmeiras de Goiás, Piracanjuba e Goianésia.
Além das datas, a norma também torna obrigatório o cadastro das lavouras no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago). O registro deve ser feito até 15 dias após o início do transplantio pelo responsável legal da área, seja proprietário, arrendatário ou ocupante.

De acordo com a coordenação do Programa Estadual de Prevenção e Controle de Pragas em Tomate, para fins de cadastro é considerada uma única lavoura a área contínua transplantada dentro de um intervalo máximo de 15 dias. O critério segue orientações das Instruções Normativas nº 2/2008 e nº 2/2021 da Agrodefesa.
A adoção do calendário e das exigências sanitárias é apontada como uma das principais estratégias para preservar a sanidade das lavouras e reduzir impactos sobre a produção de tomate no estado.







