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Mais de 80% dos focos de calor em SP estão em áreas de agropecuária; diz Instituto

Ao menos 1,2 mil focos de calor (44,45%) foram localizadas em perímetros de cultivo de cana-de-açúcar.

Por Arieny Alves
Publicado em 28/08/2024 às 08:52
Atualizado em 09/09/2024 às 10:29
Mais de 80% dos focos de calor em SP estão em áreas de agropecuária; diz Instituto

O Ipam constatou que 1,2 mil focos de calor (44,45%) foram localizadas em perímetros de cultivo de cana-de-açúcarO Ipam constatou que 1,2 mil focos de calor (44,45%) foram localizadas em perímetros de cultivo de cana-de-açúcar. Foto: Envato

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Entre os dias 22 e 24 de agosto, foram identificados 2,6 mil focos de calor em São Paulo. De cada dez, oito (81,29%) estavam em áreas ocupadas pela agropecuária, conforme os dados do levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), divulgado nessa terça-feira (27).

Para fazer o monitoramento e mensurar o alcance do fogo, o órgão reuniu imagens captadas por satélites e informações produzidas em 2023 pela Rede MapBiomas, da qual é membro.

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Focos de calor em São Paulo

Queimadas em Goiás
Zona de vegetação nativa teve 440 focos de calor (16,77% do total). Foto: Divulgação/ Governo de São Paulo

O Ipam constatou que 1,2 mil focos de calor (44,45%) foram localizadas em perímetros de cultivo de cana-de-açúcar e 524 (19,99%) em pontos chamados de “mosaicos de usos”, termo que designa aqueles em que não é possível fazer distinção entre pasto e/ou agricultura.

Outros 247 (9,42%) eram áreas de pastagem e 195 (7,43%) áreas de silvicultura, soja, citrus, café e outros tipos de cultura.

Já a zona de vegetação nativa teve 440 focos de calor (16,77% do total). As formações florestais foram o tipo mais atingido, representando 13,57% dos focos.

Cinco cidades concentraram 13,31% dos focos de calor registrados no período: Pitangueiras (3,36%); Altinópolis (3,28%); Sertãozinho (2,4%); Olímpia (2,17%) e Cajuru (2,1%). Todas estão próximas a Ribeirão Preto, com exceção de Olímpia, que faz parte da Região Metropolitana de São José do Rio Preto.

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Queimadas
Especialistas do Ipam notaram o surgimento de colunas de fumaça a cada 90 minutos. Foto: Divulgação/ Defesa Civil de SP

Na última sexta-feira (23), foram contabilizados mais focos de calor do que em todos os estados da Amazônia juntos, o que o Ipam destaca como situação crítica da unidade federativa.

Também na sexta-feira, os especialistas do Ipam notaram o surgimento de colunas de fumaça a cada 90 minutos, entre 10h30 e 12h, ao analisar as imagens produzidas pelo satélite geoestacionário, que captura uma nova cena a cada 10 minutos. Além disso, o satélite que capta focos de calor na parte da manhã e no final da tarde registrou um aumento de 25 para 1.886 focos em todo o estado.

De acordo com a diretora de Ciência do Ipam, Ane Alencar, o cenário se trata de um quadro atípico.

“É como se fosse um Dia do Fogo exclusivo para a realidade do estado, evidenciado pela cortina de fumaça simultânea que surge visualmente a oeste”, observa, em referência ao episódio, em agosto de 2019, quando fazendeiros do Pará provocaram incêndios em diversos pontos da Amazônia, atingindo unidades de Conservação e terras indígenas”, explicou.

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Tags: AgroPecuáriafocos de incêndioMeio Ambientequeimadas

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