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Temperaturas atingem recorde no Brasil pelo 5º mês seguido; calor segue no verão

Calor ficou acima da média em julho, agosto, setembro, outubro e novembro; 2023 é o mais quente em 174 anos; verão deve seguir com altas temperaturas em grande parte do Brasil.

Por Janaina Honorato
Publicado em 08/12/2023 às 17:29
Calor ficou acima da média em julho, agosto, setembro, outubro e novembro.

Calor ficou acima da média em julho, agosto, setembro, outubro e novembro. Foto: Reprodução/Inmet

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Pesquisa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostra com base em dados de temperaturas médias do ar das estações meteorológicas por todo o Brasil, que o país atingiu recordes de calor pelo quinto mês seguido.

As temperaturas ficaram acima da média histórica nos meses de julho a novembro. Dentre os cinco meses consecutivos mais quentes deste ano, setembro apresentou o maior desvio desde 1961, com 1,6°C a mais, seguido do mês de novembro, com 1,5°C acima da climatologia de 1991/2020.

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2023 é o mais quente em 174 anos.
2023 é o mais quente em 174 anos. Foto: Envato

Temperaturas altas pelo Brasil

A onda de calor observada no mês de novembro foi a principal responsável por esse aumento da temperatura, que foi semelhante a ocorrida em setembro, porém mais abrangente e persistiu por doze dias seguidos de temperaturas acima da média.

Em 2023, o calor extremo observado em grande parte do País foi reflexo dos impactos do fenômeno El Niño, (aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial), que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta. No Brasil, provoca seca e calor no Centro-Norte.

Além disso, o aumento da temperatura global da superfície terrestre também é causada pela alta das emissões de gases do efeito estufa.

  • Clima: Fenômeno El Niño deve permanecer até abril de 2024; aponta ONU
Verão deve seguir com altas temperaturas em grande parte do Brasil.
Verão deve seguir com altas temperaturas em grande parte do Brasil. Foto: Envato

2023 é o mais quente em 174 anos

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) publicou em 30 de novembro, uma versão provisória do Estado Global do Clima 2023. O documento, desenvolvido com apoio do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostrou que, até outubro deste ano, a temperatura média da superfície global ficou 1,4°C acima da média de 1850/1900.

Com este valor, o ano de 2023 é considerado o mais quente em 174 anos de medições meteorológicas, superando os anos de 2016, com 1,29°C acima da média, e 2020, com 1,27°C acima da média.

Os últimos nove anos, de 2015 a 2023, serão os mais quentes da história. Além disso, a média global de temperatura nos últimos dez anos, de 2014 a 2023 (até outubro), ficou 1,19°C acima da média de 1850/1900, sendo a década mais quente já registrada.

Em 2022, as concentrações dos três principais gases de efeito estufa – dióxido de carbono, metano e óxido nitroso – atingiram níveis recordes. Em 2023, dados de locais específicos mostram que os níveis dos três gases estão em constante crescimento, tornando o cenário mais preocupante.

Brasil

No Brasil, o ano de 2023 também se destaca como um dos mais quentes da história do País desde a década 60. Uma onda de calor mais abrangente e persistente, com 12 dias seguidos de temperaturas acima da média, foi registrada no mês de novembto. Desde o início de 2023, foram registradas oito ondas de calor até o momento.

Previsão para o verão

No país, a previsão para o verão, que começa em 22 de dezembro de 2023 e vai até 20 de março de 2024, é de persistência das temperaturas elevadas em grande parte das regiões, variando entre 0,5° e 1°C acima da média, principalmente, no interior das regiões Norte e Nordeste, além de áreas do norte de Mato Grosso e de Minas Gerais e oeste de Mato Grosso do Sul.

  • Agricultura: Produção de grãos deve cair 2,4% na safra 2023/24 com seca no Centro-Oeste

 

Tags: BrasilcalorclimaEl NiñoInmetOMMtemperaturasVerão

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