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Goiás reforça prevenção de doenças após retirada da vacina contra febre aftosa

Nota técnica orienta produtores sobre vacinação, manejo sanitário e práticas preventivas para manter o status de área livre de febre aftosa sem vacinação.

Por Arieny Alves
Publicado em 12/05/2026 às 15:18
Goiás reforça prevenção de doenças após retirada da vacina contra febre aftosa

Foto: Adriano Brito/CNA

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Um ano após o reconhecimento internacional do Brasil como área livre de febre aftosa sem vacinação, a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) reforçou o alerta aos pecuaristas sobre a necessidade de manter medidas preventivas dentro das propriedades rurais.

A orientação foi divulgada por meio da Nota Técnica 1/2026, encaminhada às entidades do setor pecuário em Goiás.

Área livre de febre aftosa

Febre aftosa
Foto: Envato

O documento destaca que, sem a vacinação contra aftosa, os cuidados sanitários passam a ter ainda mais importância para evitar riscos aos rebanhos e preservar o status sanitário conquistado pelo Estado e pelo país. Entre as principais recomendações estão a vacinação obrigatória contra brucelose, o manejo sanitário frequente, atenção ao bem-estar animal e o uso responsável de medicamentos veterinários.

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A Agrodefesa chama atenção especialmente para a imunização contra brucelose bovina e bubalina, obrigatória para fêmeas entre 3 e 8 meses de idade. Segundo a agência, a medida é essencial tanto para proteger os animais quanto para reduzir riscos à saúde pública, já que a doença pode ser transmitida aos humanos.

O órgão também alerta que a redução de vacinações preventivas complementares pode aumentar a vulnerabilidade dos rebanhos, provocar perdas produtivas e elevar os custos das propriedades com tratamentos veterinários.

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Acompanhamento constante dos animais dentro de propriedades

Febre aftosa
Foto: Envato

Outro ponto destacado pela agência é a importância do acompanhamento constante dos animais nas fazendas. A realização de manejos sanitários periódicos ajuda na identificação precoce de sintomas e fortalece a vigilância contra doenças no campo.

A nota ainda orienta os produtores sobre a adoção de práticas de bem-estar animal, como manejo adequado, nutrição balanceada e redução do estresse nos rebanhos, fatores que contribuem para melhorar a imunidade e reduzir problemas sanitários.

O reconhecimento do Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação foi oficializado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em maio de 2025. Goiás teve participação de destaque no processo devido ao sistema de vigilância sanitária e ao histórico de controle da doença. O último registro de febre aftosa no Estado ocorreu em 1995.

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Tags: Febre Aftosagoiásmedidas de prevençãozona livre

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