Produtores rurais de Goiás recebem orientações sobre a importância da vigilância constante contra a febre aftosa, doença que atinge animais de casco fendido, como bovinos, suínos, ovinos, caprinos e bubalinos.
A atenção ganha ainda mais relevância após a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconhecer o estado como área livre da doença sem vacinação.
Vigilância contra a febre aftosa

De acordo com a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), a medida é preventiva e destaca que a manutenção dessa condição sanitária depende do cuidado contínuo de todos os envolvidos na cadeia produtiva.
A febre aftosa é altamente contagiosa e apresenta sinais clínicos que exigem observação imediata. Entre os sintomas mais comuns estão febre elevada, salivação intensa, feridas e vesículas na boca, focinho, cascos e teto das vacas, além de apatia, dificuldade de locomoção e queda na produção de leite.
Já nos suínos, as lesões costumam aparecer no focinho e nas patas, podendo evoluir para crostas e necrose.
A Agrodefesa reforça que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente ao serviço veterinário oficial da região, garantindo que ações rápidas sejam tomadas para proteger a saúde animal e a economia do setor.
Perigo da contaminação

A febre aftosa é uma doença altamente contagiosa que atinge animais de casco fendido, como bovinos, suínos, ovinos, caprinos e bubalinos, e representa um sério risco para a produção agropecuária.
Animais tende a ter queda na produção de leite, o que compromete diretamente a produtividade das propriedades.
Além dos prejuízos na criação, a doença pode afetar toda a cadeia produtiva, resultando em restrições à exportação de carne e derivados, interrupção da logística de comercialização e custos elevados com controle, vacinação de emergência e erradicação de focos.