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Mercado de feijão fecha janeiro em alta impulsionado por restrição de oferta

Oferta ajustada e ritmo lento da primeira safra sustentaram altas nas cotações ao longo do mês.

Por Arieny Alves
Publicado em 05/02/2026 às 08:46
Mercado de feijão fecha janeiro em alta impulsionado por restrição de oferta

Foto: Envato

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O mercado nacional de feijão fechou janeiro com elevação expressiva dos preços, refletindo principalmente a oferta limitada e o avanço mais lento da colheita da primeira safra, segundo dados do indicador Cepea/CNA.

Entre os dias 23 e 30 de janeiro, as cotações subiram de forma consistente na maior parte das regiões monitoradas, com movimentos mais intensos para o feijão preto e para o feijão carioca de padrão superior.

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Mercado de feijão

Mercado de feijão
Foto: Envato

No balanço do mês, o feijão carioca acumulou a maior valorização dos últimos quatro meses. Já o feijão preto registrou o avanço mensal mais acentuado desde o início da série histórica do Cepea/CNA, em setembro de 2024.

O resultado marca uma inversão em relação a janeiro do ano passado, quando o mercado era pressionado por excesso de oferta e preços em queda.

No caso do feijão preto tipo 1, a combinação de maior procura e disponibilidade restrita sustentou as altas em importantes praças. Em Curitiba (PR), por exemplo, a cotação avançou 9,1% apenas na última semana de janeiro, impulsionada também pelos embarques para outros estados.

Considerando a média mensal, os preços ficaram cerca de 14% acima dos observados em dezembro, retomando níveis próximos aos registrados em abril de 2025, embora ainda permaneçam aproximadamente 16% abaixo dos valores de janeiro do ano anterior.

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Feijão carioca

Feijão carioca
Foto: Envato

Para o feijão carioca com notas 9 ou superiores, a dificuldade de encontrar lotes de alta qualidade intensificou a reação do mercado.

Entre 22 e 29 de janeiro, as cotações subiram mais de 10% em regiões como o Noroeste de Minas, Itapeva (SP) e Curitiba (PR). Na média do mês, houve aumento de 4,9% em relação a dezembro, fazendo com que os preços passassem a operar cerca de 10% acima dos registrados em janeiro de 2025.

Os grãos de feijão carioca com notas 8,0 e 8,5 também apresentaram elevação generalizada, reduzindo a diferença de preços em relação ao produto de melhor padrão. Na média de janeiro, esse grupo atingiu os maiores níveis da série iniciada em setembro de 2024, com valorização de 5,1% frente a dezembro e de 19,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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Tags: colheitaexportaçõesmercado de feijãooferta e demanda

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