O Brasil concluiu uma série de negociações sanitárias e fitossanitárias que abriram novas oportunidades de exportação para produtos agropecuários em países da América Latina, África e Eurásia.
As autorizações envolvem itens de origem animal e vegetal, incluindo material genético, sementes, ovos férteis, couro bovino e produtos destinados à alimentação animal.
Abertura de novos mercados para exportação de produtos agropecuários

Entre os mercados contemplados estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana e Venezuela. As liberações abrangem desde sêmen de pacu-caranha para a Argentina e couro bovino salgado para a Bolívia até milho pipoca para Equador e República Dominicana, além de sementes de coco, mamona, maracujá e pimenta habanero para diferentes destinos.
Também foram autorizadas exportações de material genético bovino para El Salvador e Honduras, mudas de cana-de-açúcar para o mercado hondurenho e ovos férteis para a Nigéria.
Já a Etiópia passou a permitir a entrada de farinhas e gorduras de origem animal, além de hemoderivados destinados à fabricação de ração animal.

Outra negociação envolveu a exportação de castanha de caju para os países da União Econômica Euroasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia. No último ano, o bloco importou mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para soja, carnes e café.
Com as novas autorizações, o número de aberturas de mercado para produtos do agronegócio brasileiro chegou a 639 em 97 destinos desde 2023, segundo dados oficiais.







