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Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,39% para 4,5%; veja os dados

Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,96% para 3,99%.

Por Arieny Alves
Publicado em 21/10/2024 às 10:53
Atualizado em 21/10/2024 às 10:54
Previsão da inflaçãoMercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,39% para 4,5%; veja os dados

Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. Foto: Envato

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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) , considerado a inflação oficial do país, passou de 4,39% para 4,5% este ano.

A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (21), a pesquisa que é divulgada semanalmente em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

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Previsão da inflação

Inflação
Banco Central. Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,96% para 3,99%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para 2024 está no teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Além disso, a partir de 2025, ainda entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano.  Sendo assim, o colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Por sua vez, em setembro, puxado principalmente pela conta de energia elétrica das residências, a inflação no país foi de 0,44% após o IPCA ter registrado deflação de 0,02% em agosto. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,42%.

  • Meio ambiente: COP-16 inicia na Colômbia com o tema “Paz com a Natureza” nesta segunda (21)

Taxa básica de juros

Previsão da inflação
Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Foto: Envato

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o colegiado elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos.

A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.

A próxima reunião do Copom está marcada para 5 e 6 de novembro, momento em que os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.

Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.

  • Economia: Exportações brasileiras de lácteos crescem 219% em setembro
Tags: Boletim FocusEconomiajurosprevisão da inflação

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