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Eólica marinha é a aposta do Brasil para consolidar transição energética

Estimativa é que sejam produzidos 700Gw de energia caso todo o potencial eólico brasileiro seja explorado.

Por Bruno Goulart
Publicado em 21/11/2022 às 13:46
Atualizado em 21/11/2022 às 16:00
eólica marinha

Energia eólica marinha ou offshore, é aquela produzida pelo vento em alto mar. Foto: Marinha do Brasil/Reprodução

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O Brasil tem uma oportunidade muito grande de retomar a economia a partir de recursos renováveis e de transição energética: é a energia eólica marinha ou eólica offshare, como também é chamada.  A visão é da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEolica).

O país se coloca em uma perspectiva de liderança energética, tendo vista o grande potencial do Brasil na produção de energia limpa.

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Durante o último dia da COP27, a presidente da ABEEolica, Elbia Gannoum, disse que a energia produzida em alto mar é a grande aposta do Brasil para consolidar sua transição energética.

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“Nós estamos falando em criar uma estrutura industrial, de colocar o Brasil na rota de transição energética, de atrair tecnologia, inovação, de atrair capital, gerar emprego e renda”, disse Gannoum.

eólica onshore
Energia eólica onshore é produzida pelos ventos, em terra. Foto: Agência Brasil/Reprodução

Além disso, ela lembrou que a energia eólica produzida em terra, ou seja, eólica onshore, é responsável por 13% da matriz elétrica nacional, com capacidade de 25GW.

Segundo a presidente da ABEEolica, o Brasil se destaca como o terceiro país que mais investe em eólica onshore e o sexto em capacidade instalada.

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Com o advento da eólica offshore, aquela produzida em alto mar, e do hidrogênio verde, o Brasil pode se tornar líder em energia no mundo e, mais do que isso, referência em energia renovável, ressaltou Gannoum.

Grande espaço marinho brasileiro favorece a produção de energia eólica marinha

O Brasil conta com 7.367 km de costa e 3,5 milhões km² de espaço marítimo sob sua jurisdição, que torna bastante viável a exploração de energias do tipo offshore.

O governo federal regulamentou em janeiro deste ano, através de um decreto, a cessão de uso de espaços físicos e o aproveitamento dos recursos naturais em águas do mar sob domínio da União para a geração de energia elétrica.

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eólica offshore
Foto: USP/Reprodução

O decreto regulamenta o setor e dita os passos que o empreendedor deverá seguir para execução do empreendimento.

Além disso, os Ministérios de Minas e Energia (MME) e do Meio Ambiente (MMA) publicaram uma portaria que cria o Portal Único para Gestão do Uso de Áreas Offshore para Geração de Energia (PUG-offshore). Essa plataforma reunirá todos os serviços necessários para autorização de produção de energia offshore.

A presidente da ABEEólica, Elbia Gannoum, espera que, a partir do próximo ano que já seja realizado o primeiro leilão de cessão de áreas de mar para usinas offshore.

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De acordo com o Ibama, a estimativa é que sejam produzidos 700Gw de energia caso todo o potencial eólico brasileiro seja explorado. Isso corresponde a dez vezes mais que o produzido por toda a matriz energética brasileira.

Tags: Brasilenergia eólica marinhaoffshoretransição energética

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