A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) passa a conduzir todas as ações relacionadas à certificação de Granjas de Suínos (GRSCs) em Goiás, após a publicação da Portaria SDA/Mapa nº 1.358/2025, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Para alinhar procedimentos e esclarecer dúvidas, fiscais estaduais agropecuários (FEAs) e responsáveis técnicos (RTs) participaram de capacitação em Goiânia, conduzida por auditores da Divisão de Sanidade de Suídeos (DISS) do Mapa, com presença de representantes de outros estados e do Distrito Federal.
Certificação de Granjas de Suínos

A portaria, publicada em agosto de 2025, substitui instruções anteriores e estabelece novos requisitos para a certificação das granjas, autorização de funcionamento de alojamentos temporários e trânsito de reprodutores suínos.
Entre as mudanças estão a ampliação do período de validade das certificações, que passa de seis meses para intervalos entre 12 e 24 meses, conforme avaliação técnica.
Para o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, a atualização reforça a importância da biosseguridade e da integração entre órgãos de defesa agropecuária.
- Meio ambiente: Outono de 2026 terá tempo mais seco e variações de temperatura pelo país, aponta Inmet

Atualmente, Goiás possui 19 granjas certificadas que fornecem reprodutores para comercialização e reprodução. A certificação integra o Plano Integrado de Vigilância de Suínos, com foco na prevenção de doenças, proteção da economia e manutenção de acesso a mercados internacionais.
Certificados emitidos sob a antiga normativa continuam válidos até fevereiro de 2027, mas a migração para a nova portaria pode ser feita a qualquer momento, desde que todos os requisitos sejam cumpridos.
Entre os destaques da nova regulamentação está a ampliação das doenças monitoradas, que agora incluem peste suína africana (PSA) e síndrome reprodutiva e respiratória suína (PRRS), além das já exigidas peste suína clássica (PSC) e doença de Aujeszky. O nível de biosseguridade das granjas passa a ter maior peso na certificação, consolidando um modelo mais rigoroso e padronizado para o setor.
- Meio ambiente: Amazônia Legal recebe R$ 53 milhões para avançar na regularização fundiária de terras







