O Brasil ampliou as possibilidades de exportação de produtos agropecuários após autoridades sanitárias e fitossanitárias de cinco países comunicarem a abertura de mercados para itens brasileiros.
As novas autorizações envolvem Antígua e Barbuda, Chile, Argélia, China e Paraguai e abrangem diferentes segmentos da produção nacional.
Abertura de mercados e exportação de produtos agropecuários

Em Antígua e Barbuda, foi autorizada a entrada de carnes, produtos cárneos e miúdos de aves, bovinos, suínos, caprinos e ovinos. A medida amplia o número de destinos disponíveis para as proteínas produzidas no Brasil.
O Chile passou a permitir a importação de extrato de carne de ruminantes destinado ao consumo humano. Já a Argélia autorizou a compra de grãos secos de destilaria (DDG) de milho, coproduto obtido principalmente na produção de etanol.
Na China, a autorização contempla miúdos internos, pele e ossos de suínos de origem brasileira. O país asiático é um dos principais destinos das exportações do agronegócio brasileiro, e a inclusão de novos produtos amplia as possibilidades de comercialização entre os dois mercados.

No Paraguai, a abertura envolve fibra de coco utilizada como substrato, produto empregado em atividades agrícolas, especialmente na produção de mudas e no cultivo de plantas.
As novas habilitações são importantes para o setor porque ampliam as alternativas de venda para produtos brasileiros no mercado externo, diversificando destinos e criando novas possibilidades de negócios para diferentes cadeias do agronegócio. Além de favorecer o acesso a consumidores de outros países, a abertura de mercados pode contribuir para aumentar a participação de produtos de maior valor agregado e fortalecer a presença brasileira no comércio internacional.







