O governo brasileiro concluiu novas negociações internacionais que ampliam a presença do agronegócio nacional em mercados estratégicos.
Os acordos envolvem Canadá e Chile, com autorização para exportação de novos produtos de origem animal, fortalecendo diferentes cadeias produtivas do país.
Exportações para mercados estratégicos

No Canadá, as autoridades sanitárias aprovaram a entrada de pâncreas suíno brasileiro destinado à indústria farmacêutica. A medida deve contribuir para agregar valor à cadeia da suinocultura nacional e ampliar as oportunidades de negócios no mercado canadense.
Em 2025, as exportações agropecuárias brasileiras para o país ultrapassaram US$ 1,3 bilhão, com destaque para açúcar, café e carnes.
Já no Chile, o Brasil conquistou a abertura de mercado para exportação de embriões ovinos e caprinos. A autorização representa um avanço para o setor de genética animal brasileiro. No ano passado, o comércio agropecuário entre os dois países movimentou mais de US$ 2,2 bilhões, principalmente com vendas de carnes, produtos florestais e soja.
Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro soma 612 aberturas de mercado desde o início de 2023.
Negociações sanitárias

Recentemente, o governo brasileiro também avançou em negociações sanitárias e fitossanitárias com outros parceiros internacionais, ampliando o acesso de produtos agropecuários nacionais a novos destinos comerciais.
As autorizações mais recentes envolvem a União Econômica Euroasiática, o Peru e o Togo, abrindo espaço para exportações voltadas aos setores de alimentação animal, pesquisa agrícola e genética animal.
No caso da União Econômica Euroasiática, bloco formado por Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia, foi autorizada a exportação brasileira de grãos secos de destilaria de milho (DDG), subproduto da indústria do etanol utilizado na alimentação animal.
Em 2025, o bloco econômico importou mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros, especialmente café, proteínas animais e fumo.







