O governo brasileiro concluiu negociações com a Etiópia e garantiu a abertura de mercado para produtos ligados à proteína animal.
A medida permite a exportação de diferentes itens do setor, fortalecendo a presença do país em uma região considerada estratégica no continente africano.
Abertura de mercado brasileiro para a Etiópia

Entre os produtos autorizados estão carnes bovina, suína e de aves, além de derivados cárneos e miúdos. A lista inclui ainda alimentos para pets, lácteos, pescado de captura e de cultivo, insumos para nutrição animal de origem não animal, palatabilizantes utilizados em rações, alevinos, ovos férteis, pintos de um dia e bovinos vivos destinados ao abate, engorda e reprodução. Também foram liberados materiais genéticos, como sêmen e embriões de caprinos e ovinos.
A nova abertura comercial reforça a atuação do agronegócio brasileiro no chamado Chifre da África e amplia a cooperação bilateral na área agropecuária. Em 2025, foi instalada uma adidância agrícola no país africano, o que contribuiu para estreitar as relações técnicas e comerciais entre as duas nações.
Com esse avanço, o Brasil soma 574 novos mercados abertos para produtos agropecuários desde o início de 2023, consolidando sua estratégia de diversificação de destinos para as exportações do setor.
Exportações de produtos agropecuários

Recentemente, o governo brasileiro concluiu novas negociações comerciais que ampliam as exportações de produtos agropecuários nacionais a mercados internacionais, com liberações recentes para o Peru e as Filipinas.
No caso do Peru, foi autorizada a exportação de sementes de pimenta da espécie capsicum baccatum, que abrange variedades como dedo-de-moça, cumari e cambuci.







