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Petrobras anuncia redução de 41% nas emissões de CO2 no período de 2015 a 2023

No Caderno do Clima divulgado no ano passado, a redução das emissões alcançou 39% entre os anos de 2015 a 2022. 

Por Arieny Alves
Publicado em 30/04/2024 às 12:43
Petrobras anuncia redução de 41% nas emissões de CO2 no período de 2015 a 2023

CO2 que também é chamado dióxido de carbono, é um dos principais gases causadores do efeito estufa. Foto: Divulgação

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A Petrobras anunciou redução de 41% nas emissões de CO2, o gás carbônico, no período de 2015 a 2023. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) e consta na recente edição do Caderno do Clima.

O CO2 que também é chamado dióxido de carbono, é um dos principais gases causadores do efeito estufa. No Caderno do Clima divulgado no ano passado, a redução das emissões absolutas operacionais alcançou 39% entre os anos de 2015 a 2022.

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Redução nas emissões de gás Carbônico

Emissões de CO2
Intensidade de emissão foi de 14,2 quilos de CO2 por barril. A média mundial é em torno de 18 quilogramas. Foto: Divulgação

De acordo com a avaliação do diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da companhia, Maurício Tolmasquim, o cenário é um “resultado excepcional”. Ele ainda afirmou que o resultado significa que a Petrobras produziu a mesma quantidade de gás e petróleo, emitindo menos CO2, mesmo com novas plataformas que entraram em operação em 2023.

“Isso é relevante porque apesar de o CO2 ser mais abundante, o metano tem maior impacto sobre o aquecimento global. Para ter uma ideia, no período de 10 anos, uma molécula de metano tem um poder de aquecimento 25 vezes maior que o de CO2. Então, você reduzir o metano tem um benefício para o clima bastante importante”. 

A publicação ressalta anda que na área de exploração e produção (EP) de petróleo, a companhia atingiu a menor intensidade de emissão que é a relação de quanto se emite por barril de petróleo. A intensidade de emissão foi de 14,2 quilos de CO2 por barril. A média mundial é em torno de 18 quilogramas.

Outro tema que também foi comentado pelo diretor de Transição Energética e Sustentabilidade, foi a resiliência do planejamento da expansão de petróleo com o objetivo de adaptar o planejamento diante do cenário mundial.

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De acordo com Tolmasquim, a Petrobras tem que se preparar para esse mundo com demanda menor. Ele ainda ressaltou que com esse cenário, o aquecimento global chegaria a 1,7 °C próximo à meta ideal de 1,5°C.

“A gente não vai fazer investimentos de que vai se arrepender no futuro. O que a gente está fazendo são investimentos em que há confiança de que serão rentáveis, mesmo em um mundo que demanda menos petróleo”, disse. 

Diversificação de produtos

Captura de CO2
Recentemente a companhia descobriu que ao longo da costa brasileira, existem reservatórios salinos que podem armazenar quantidades gigantescas de CO2. Foto: Divulgação

Com base em Tolmasquim, para reduzir a pegada de carbono, a empresa está diversificando o portfólio de produtos que emitem menos gases de efeito estufa. Para isso, o Plano Estratégico 2024/2028 prevê investimentos da ordem de US$ 11,5 bilhões, dos quais US$ 5,5 bilhões destinados para investimentos em fontes renováveis, ou energias de baixo carbono.

A companhia também está estudando as áreas de captura e armazenamento de carbono, de hidrogênio verde e de eólicas ‘offshore’ (no mar). Já com relação ao hidrogênio, o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade alegou que a empresa consome e produz a maior quantidade de hidrogênio cinza do país, produzido a partir de gás natural.

Estudos ainda indicam que em 2030 o hidrogênio verde feito a partir de renováveis, pode ser mais competitivo que o cinza e que o Brasil poderá ser um dos países do mundo com menor custo para o hidrogênio verde.

“Isso abre um potencial enorme para a Petrobras não só produzir para a sua própria atividade, mas para outras atividades que são difíceis de eletrificar, como siderurgia, cimento, petroquímica, fertilizantes. É é o que a Petrobras sabe fazer. Está dentro do seu business”, destacou. 

Dentre as conquistas, o diretor também destacou sobre a captura e armazenamento de CO2. Recentemente a companhia descobriu que ao longo da costa brasileira, existem reservatórios salinos que podem armazenar quantidades gigantescas de CO2.

“A gente pode reinjetar os reservatórios salinos próximos à costa, o que permite capturar o CO2 das refinarias, descarbonizar as refinarias ainda mais, mas não apenas isso. A gente pode vender serviços para outras empresas, capturando CO2 delas”, destacou o diretor. 

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Tags: CO2efeito estufaemissõesMeio AmbientePetrobras

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