O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) colocou em funcionamento o Painel de Monitoramento da Pesca da Tainha (Mugil liza) para a temporada de 2026.
A plataforma disponibiliza dados atualizados sobre o volume capturado da espécie em diferentes modalidades de pesca, permitindo o acompanhamento contínuo da atividade nas regiões Sudeste e Sul do país.
Monitoramento da pesca tainha

A ferramenta integra as medidas previstas na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, publicada em fevereiro deste ano, que define regras para a pesca da tainha durante a temporada de 2026.
Entre as determinações estão os limites máximos de captura, a divisão de cotas por modalidade de permissionamento e por área de atuação, além de critérios de registro, monitoramento e controle da atividade pesqueira.
Segundo o governo federal, o objetivo é ampliar a transparência das informações e fortalecer o controle sobre a exploração da espécie, considerada importante para a atividade pesqueira em estados do Sul e Sudeste.
O limite de captura da tainha é estabelecido em conjunto pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
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Entenda as novas regras

A temporada de pesca da tainha (Mugil liza) começou em 1° de abril com novas regras definidas pelo Ministério da Pesca e Aquicultura para as regiões Sudeste e Sul do país.
As diretrizes estão estabelecidas na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, publicada em fevereiro deste ano, e tratam dos limites de captura, distribuição de cotas por modalidade, áreas de pesca e mecanismos de controle da atividade.
Para 2026, o volume total permitido foi ampliado em cerca de 20% em relação ao ano anterior, alcançando 8.168 toneladas. O número tem como base a avaliação mais recente do estoque da espécie, concluída em 2025, que considera fatores como comportamento populacional, reprodução e histórico de captura.
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