A previsão meteorológica para o período entre 9 e 16 de março de 2026 aponta para acumulados expressivos de chuvas intensas em diferentes regiões do país, principalmente no norte do estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Goiás, além de áreas do norte de Mato Grosso do Sul e da Amazônia Legal.
Com base na previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma frente fria que avança pela costa das regiões Sul e Sudeste deve provocar queda nas temperaturas, principalmente nas máximas, em áreas do leste dessas regiões.
Previsão de chuvas intensas em diferentes regiões do país

Na Região Norte, os maiores volumes são esperados para o centro-leste do Amapá, além do leste e nordeste do Pará e do centro-oeste do Amazonas, onde os acumulados podem ultrapassar 80 milímetros, com possibilidade de chegar a 150 milímetros em pontos isolados.
Nessas áreas, especialmente no Amapá e no oeste amazonense, as precipitações devem ocorrer de forma mais frequente. Já no leste de Roraima e no extremo noroeste do Pará, a chuva tende a ser mais fraca e irregular.
No Nordeste, os maiores volumes devem se concentrar no centro-norte do Maranhão e no noroeste do Piauí, com acumulados próximos de 80 milímetros, podendo atingir 150 milímetros em localidades isoladas do Maranhão.
No litoral e no sul do Ceará, a previsão indica chuvas entre 50 e 80 milímetros. Já no oeste e no sudeste da Bahia, os volumes devem variar de 20 a 50 milímetros, enquanto nas demais áreas da região as precipitações devem ser menos expressivas.
Na Região Centro-Oeste, a chuva deve se intensificar no centro-norte de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul, além do centro-sul de Goiás, com acumulados em torno de 80 milímetros e possibilidade de ultrapassar 150 milímetros em alguns pontos. Em contrapartida, o leste de Goiás, o Pantanal mato-grossense e o sul de Mato Grosso do Sul devem registrar precipitações mais fracas e volumes menores.

Para o Sudeste, a previsão aponta uma semana de chuvas persistentes, principalmente no norte de São Paulo e no Triângulo Mineiro, onde os acumulados podem superar 200 milímetros. No leste paulista e no sul e leste de Minas Gerais, os volumes podem chegar a 100 milímetros. Já no norte mineiro, as chuvas devem ser escassas, com acumulados inferiores a 10 milímetros.
Na Região Sul, a tendência é de precipitações fracas e volumes reduzidos na maior parte do território. As exceções ficam para o nordeste e o litoral do Paraná, além do sudeste e noroeste do Rio Grande do Sul e do leste de Santa Catarina, onde os acumulados podem ultrapassar 30 milímetros, chegando a 60 milímetros no nordeste paranaense.







